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Jimenez comemora crescimento da Squadra G-Force e destaca top-10 no grid do Velopark: “A sorte sorriu para nós”

Sergio Jimenez foi contratado pela equipe caçula da Stock Car, a Squadra G-Force, para ser a referência em termos de experiência. E, pouco a pouco, o piloto de 33 anos vai conseguindo desempenhar seu trabalho e entregar resultados. Na classificação caótica do último sábado no Velopark, Jimenez contou com a sorte e a chuva para se colocar no top-10 do grid pela primeira vez na temporada. E ele garante: “A gente vai dar muito trabalho nesse ano”

 

Sergio Jimenez enfrenta um desafio diferente em 2018. Depois de fazer a última temporada pela Hot Car, o piloto trilha novo caminho ao lado da Squadra G-Force, equipe que estreia na Stock Car e é comandada por Guilherme Ferro. O piloto paulista volta a lidar com os primeiros passos de uma escuderia – que sempre são difíceis, ainda mais considerando toda a alta competitividade da categoria. Mas nada abala a confiança de Jimenez, que vê peças se encaixando já na terceira etapa do campeonato.

 

“Já participei do começo de outras duas equipes e sempre é complicado”, reconheceu Jimenez, entrevistado pelo GRANDE PRÊMIO durante o fim de semana da etapa do Velopark, em Nova Santa Rita, Rio Grande do Sul.

“Falta interação, os mecânicos nunca trabalharam juntos, ainda não se conhecem para ter aquilo de olhar no olho do outro e saber o que tem que fazer. A gente está trocando peças, algumas pessoas estão se ajeitando desde a primeira etapa até essa. Cada etapa que passa vamos melhorando. Da primeira para a terceira etapa, já parece outra equipe. Pouco a pouco estamos crescendo”, seguiu.

 

Os resultados são o reflexo de uma equipe que busca seu lugar ao sol. O top-10 na classificação do Velopark foi o ponto alto de Jimenez, ainda sem pontos. Sérgio tem um 17º lugar em Interlagos como melhor colocação no ano, enquanto o companheiro de equipe, Guga Lima, chegou ao 15º posto na mesma prova.

 

as a falta de resultados nas cinco primeiras corridas de 2018 não faz justiça à realidade, pensa Jimenez. O piloto cita o azar, que teria camuflado a evolução.

 

“A gente achou o carro bom para a corrida de Curitiba. Tinha boa performance, velocidade. Para efeito de comparação, antes da janela [de pits] eu estava na frente do Marcos Gomes, que chegou em nono. Mas aí eu tive um pit ruim e um problema na direção e precisei parar. Mas a gente estava ali no meio, onde a gente deve estar. Passo a passo a gente vai crescendo. São poucos treinos, o que também afeta. Mas a interação entre as pessoas está cada vez melhor e isso facilita muito o trabalho”, afirmou.

 

Se os resultados ainda não são os esperados, ao menos existe um grande alento: a equipe não passa por graves apertos financeiros e tem material à disposição para evoluir nesta primeira temporada na Stock Car.

 

“A gente não tem o orçamento que gostaria, mas também não está faltando nada. A gente está investindo nas coisas certas, tentando maximizar o dinheiro da melhor maneira possível. Não falta equipamento, mas talvez a gente pudesse ter mais gente, o que ajuda a andar mais rápido. Isso é o que realmente pode fazer alguma diferença”, finalizou Jimenez.

 

A etapa do Velopark da Stock Car teve vitórias de Cacá Bueno e Daniel Serra. Os dois, aliás, são respectivamente vice-líder e líder da temporada 2018.

 

 

 

 

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